terça-feira, 26 de outubro de 2010

Site do CCZ de Rio Claro cria seção para localizar animais perdidos

26-Out-2010

A seção admite foto dos animais procurados ou encontrados, facilitando a identificação

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), da Fundação Municipal de Saúde de Rio Claro criou uma nova seção em seu sitewww.cczrioclaro.tk para divulgar e localizar animais achados e perdidos.

A seção admite foto dos animais procurados ou ncontrados, facilitando a identificação. A divulgação é gratuita. Para utilizar o serviço, basta enviar os dados do animal e, se possível, também a foto do mesmo.

É só acessar o site e clicar no link Achados e Perdidos de Animais, cujo endereço está à esquerda da página inicial.

http://jornalcidade.uol.com.br/rioclaro/dia-a-dia/dia-a-dia/67766-Site-do-CCZ-de-Rio-Claro-cria-secao-para-localizar-animais-perdidos

Rebocador que vai tentar resgatar baleia chega à praia de Búzios no RJ

Noticias - ANIMAIS - BRASIL
26-Out-2010

Mamífero, da espécie jubarte, está encalhado na Praia de Geribá.
Especialistas e bombeiros estudam a melhor forma de puxar a baleia.

Bernardo Tabak
Do G1 RJ

Um rebocador cedido pela Petrobras já está posicionado na Praia de Geribá, em Búzios, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, para tentar resgatar uma baleia que está encalhada desde a tarde de segunda-feira (25). De acordo com informações de bombeiros do município, a embarcação está a 1,6 mil metros da praia e especialistas e bombeiros estudam a melhor maneira de amarrar e puxar a baleia, aproveitando a maré cheia.

O animal, da espécie jubarte, deve ser levado para depois da arrebentação. A preocupação é que a baleia não volte a encalhar em outros bancos de areia. A baleia tem cerca de 12 metros de comprimento e pesa em torno de 25 toneladas.

Apesar da chuva e do frio, voluntários passaram a madrugada acampados na praia, para monitorar as condições do animal. “Quando a maré secou muito, a baleia ficou ressecada. A gente teve que ficar se revezando para lançar água com baldes. Foi o suficiente para mantê-la viva”, contou o voluntário Raoni Lemos.

Moradores da cidade e até jornalistas de agências de notícias internacionais acompanham a operação. De acordo com biólogos, o animal estaria voltando do Nordeste brasileiro, rumo à região da Antártida, depois do ciclo reprodutivo. Em cerca de dez horas, foram pelo menos cinco tentativas de resgate, sem sucesso.

Ainda não se sabe os motivos que levaram a baleia a sair da rota. Ferimentos causados por embarcações ou até mesmo doenças são algumas das causas possíveis. Segundo especialistas, é exatamente por causa da fragilidade do animal que o resgate precisa ser feito o quanto antes.

“O animal está em uma condição de estresse, sem alimentação, mas a gente não pode desistir. Existe a possibilidade de a gente conseguir retornar esse animal ao mar”, ressaltou o pesquisador Jaílson Fungêncio, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Com a maré baixa, bombeiros ajudam a 'regar' a baleia (Foto: Arquivo Pessoal/Eduardo Fontes)
Com a maré baixa, bombeiros ajudam a 'regar' a baleia (Foto: Arquivo Pessoal/Eduardo Fontes)

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2010/10/rebocador-que-vai-tentar-resgatar-baleia-chega-praia-de-buzios-no-rj.html

Prefeitura de Andradina/SP vai ter que devolver R$ 233 mil ao MT por superfaturamento em rodeio

Noticias - ANIMAIS - BRASIL
26-Out-2010

A Prefeitura de Andradina, município paulista localizado a 625 km da capital, vai ter que devolver ao Governo Federal cerca de R$ 233 mil. O valor é referente a uma verba enviada para a realização de um rodeio durante o mandato anterior. De acordo com a Controladoria Geral da União (CGU), há suspeita de superfaturamento e o município não teria obedecido às regras do convênio com o Ministério do Turismo.

Para a CGU, as fotos e uma reportagem de um jornal são insuficientes como as únicas provas de que o segundo Festival do Rei do Gado foi realizado. A CGU apontou ainda uma série de irregularidades no evento. O rodeio teria sido realizado em um terreno na periferia da cidade, perto da nova estação ferroviária. Foram três dias de festa que deveriam chamar a atenção para o potencial turístico de Andradina.

Para a realização do rodeio, o ex-prefeito fez um convênio com o Ministério do Turismo e recebeu R$ 155 mil. Duas duplas sertanejas foram contratadas. Renato e Graciano teriam recebido R$ 27,6 mil pelo show, mas, por telefone, o empresário dos cantores nega ter recebido essa quantia e diz que o valor real é R$ 7 mil.

O ex-prefeito nega as acusações e afirma que tem como comprovar que o evento aconteceu de acordo com o convênio.

Por causa da suspeita de superfaturamento, a prefeitura vai ter de devolver o dinheiro corrigido ao Governo: R$ 233 mil. Se o pagamento não acontecer, a cidade terá todos os repasses de verbas federais cancelados.

http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2010/10/26/prefeitura-de-andradina-vai-ter-que-devolver-233-mil-ao-ministerio-do-turismo-922876389.asp

PL sobre regras para venda e exposição de animais em Joinville/SC

Noticias - ANIMAIS - BRASIL
26-Out-2010

Vereador Juarez Pereira propõe regras para venda e exposição de animais

Menos de 20 dias depois de receber um projeto que fala sobre o bem-estar, criação, venda, feiras e controle populacional de animais de estimação, outra proposta que fala apenas da exposição e da venda de cães e gatos chega ao Legislativo de Joinville.

A nova proposta foi apresentada pelo vereador Juarez Pereira (PPS). Segundo ele, este é o primeiro de uma série de projetos que devem tratar sobre os mesmos temas que estão contemplados no texto do vereador James Schroeder (PDT), no começo do mês. Na versão de Juarez, somente os animais domésticos que vierem de pet shops terão o registro geral do animal (RGA). A identidade seria feita por chip, implantado embaixo da pele do animal. O responsável pelo implante seria do dono da pet shop, que também precisaria ter um leitor de chips. “Não podemos fazer com que o poder público arque com algo que não pode pagar. Nós responsabilizamos o comércio, não a Prefeitura”, comenta Juarez.

Feito em conjunto com a câmara setorial de agropecuárias e pet shops da CDL, a matéria do vereador Juarez também conta com apoio das ONGs ligadas aos animais. “Apoiamos qualquer benefício proposto aos animais. Acredito que as duas propostas podem tirar proveito de ideias uma da outra”, pensa Ana Rita Hermes, presidente da Frente de Ação pelos Direitos dos Animais. Sylvio da Silva, coordenador da câmara setorial na CDL, conta que já vinham desenvolvendo a proposta há cerca de um ano. “O objetivo é regularizar as ações do comércio, acabando com as vendas clandestinas que acontecem aqui”, acredita.

A nova proposta exige uma série de licenças para que possam ser feitas feiras de animais de estimação, com o objetivo de restringir eventos que venham de fora. Schroeder imagina que as duas propostas vão acabar se unindo. “Podemos adaptar algumas questões do texto que apresentei com o que Juarez trouxe”, diz Schroeder.

http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a3087166.xml&template=4187.dwt&edition=15769&section=884

Denúncia de maus tratos a cadela acaba em confusão em delegacia de Santos/SP

Noticias - ANIMAIS - BRASIL
26-Out-2010
Tribuna Online

Uma denúncia de maus tratos a animal doméstico gerou confusão no plantão da Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Santos, no litoral paulista, que registra e centraliza todas as ocorrências da noite na cidade.

Após ter sido flagrado por populares, um motorista, de 38 anos, foi levado à delegacia pela Polícia Militar, sob a acusação de ferir a própria cadela. Em seguida, a mulher dele, uma dona de casa, de 28 anos, apareceu e, transtornada, feriu a coordenadora e uma voluntária do Serviço de Proteção a Vida Animal, órgão ligado à Prefeitura Municipal de Santos, com um guarda-chuva. Ao tentar conter a situação, um investigador também acabou ferido levemente.

De acordo com o boletim de ocorrência, por volta das 18 horas, o acusado foi visto pelos vizinhos chutando e jogando a cadela contra uma das paredes da casa onde mora, localizada na Rua Álvaro Guião, no bairro do Campo Grande.

Representantes do órgão de defesa dos animais e a Polícia Militar foram acionados. Houve confusão e, por isso, todos foram levados ao Distrito Policial.

Já por volta das 20 horas, com o motorista negando todas as acusações e o cão sendo entregue aos representantes, a mulher do acusado apareceu gritando e gesticulando. Muito nervosa, ela ameaçou e feriu com um guarda-chuva todos os que os apareciam na frente. Em determinado momento, a acusada tentou sair com o animal, mas não obteve sucesso.

Diante das circunstâncias e sem a existência de um flagrante consumado pela polícia, o casal foi liberado mediante assinatura de termo circunstanciado. Os ferimentos também não foram graves e, por isso, a mulher apenas foi indiciada por desacato a funcionário público. Após verificar o sistema unificado, descobriu-se que o acusado havia passagem pela polícia por outros tipos de agressão, como ao idoso.

A cadela, por sua vez, passa bem e não corre risco de morrer. Na mesma noite, ela foi encaminhada a uma veterinária.

http://oglobo.globo.com/cidades/sp/mat/2010/10/26/denuncia-de-maus-tratos-cadela-acaba-em-confusao-em-delegacia-de-santos-sp-922877191.asp

Ministério público alerta a população sobre cativeiros de animais silvestres

Noticias - ANIMAIS - BRASIL
26-Out-2010

Globoamazonia
Globoamazonia
A prática de cativeiro de animais silvestres em ambientes domésticos está cada vez mais freqüente em todo o país. Visando mudar essa situação que está arraigada, o Ministério público (MP) em parceria com o Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa) vem trabalhando no sentido de educar contra esse hábito.

Segundo a promotora do MP e responsável pela campanha “Animal Silvestre não Pet”, Dalva Tenório, é preciso levar a informação para essa geração, de que animais silvestres têm que viver em seu habitat natural.
Os animais silvestres mais freqüentes que ainda são utilizados como Pets são: Jacaré, galo de campina, papa-capim, canário, sagüim, tatu, Tejo, capivara, porco espinho, cutia, cobra-jibóia, tucano, gavião, bicho-preguiça e, principalmente, o papagaio. “É uma coisa muito comum e os nordestinos gostam de uma forma geral. É uma cultura”, declara Dalva.

A promotora alega que jamais uma pessoa poderá reproduzir o ambiente da selva (o habitat natural dele), dentro de casa. Existem alguns casos, de pessoa que têm condições financeiras privilegiadas, que reportam o habitat do animal para seu sítio (ambiente doméstico), desta forma, o IBAMA concede a autorização, porém, não é uma coisa simples/fácil, uma vez que exige uma série de critérios, dentre eles a exigência de veterinário, relatório mensal, um local mais próximo do ambiente natural dele. “Mas de qualquer forma está se evitando essa prática, para não se incentivar esse criatório do animal que é uma prisão para ele”, lembra a promotora.

A partir do momento que a pessoa tira o animal do local que ele vive e se reproduz livremente, e o coloca em um local que não é adequado, já é caracterizado como sendo maus tratos, e isso está previsto na lei de crime ambiental, no artigo 32, da Lei federal de n° 9.605 de 1998.
Vale lembrar que o MP está na fase de educar. “É uma situação muito complexa, você invadir a casa do outro para fazer fiscalização/autuação. Estamos trabalhando em outra linha, a do educar e por enquanto não estamos punindo”, expõe a promotora acrescentando que o núcleo esta lançando esse trabalho de educação ambiental. “Por enquanto não estamos trabalhando na base da lei, mas sim na educação, porque se não educar não adianta. Não queremos chegar logo punindo. As pessoas sabem que existe uma lei, e que é crime inafiançável, mas há insistência muito grande por conta da educação, uso e costume”, finaliza.

Lei

Abusos e maus-tratos contra animais configuram crime ambiental e devem ser comunicados à polícia, que registrará a ocorrência, instaurando inquérito. O artigo 32 diz que praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos é crime. De acordo com a "Lei de Crimes Ambientais", quem tem um animal silvestre em casa está sujeito a prisão de seis meses a um ano, além de multa.

Dalva afirma que este é um trabalho contínuo, e que tem que ser ensinado em casa e nas escolas. É um trabalho que tem que ser feito pela Prefeitura, Estado, ONGs. “É um trabalho de sociedade, de educar o cidadão”, conclui.

Os animais silvestres são protegidos pela lei. Denúncias podem ser encaminhadas à Polícia Florestal (onde houver), ao MP, através do endereço denunciasambientais@mp.al.gov.br, ou ao próprio IBAMA, para onde são levados quando capturados.

por Sidléia Vasconcelos

http://www.alemtemporeal.com.br/?pag=meio_ambiente&cod=1504

Bauru/SP: Polícia investiga denúncia de maus-tratos a dois cachorros

Noticias - ANIMAIS - BRASIL
26-Out-2010
Mariana Cerigatto/Colaborou Patrícia Zamboni

Casos de maus-tratos a animais estão virando algo comum, assim como a visível falta de responsabilidade de muitos que se “comprometem” a cuidar deles. A Delegacia Ambiental de Bauru começou a investigar ontem uma denúncia de que dois cachorros estariam sendo mantidos em condições impróprias em uma casa no Parque das Nações.

Segundo o delegado titular Dinair José da Silva, se ao final das investigações for comprovado todo o teor da denúncia, o proprietário dos animais ficará sujeito às penalidades previstas no artigo 32 da Lei n.º 9.605/98, que dispõe sobre crimes ambientais.

Mas ontem mesmo, o principal motivo que levou um munícipe a denunciar o caso pôde ser verificado pela equipe da delegacia especializada no local: uma fêmea pit bull e um macho da raça cocker spaniel passam o dia acorrentados no quintal da residência, próximos às suas fezes. O denunciante diz, ainda, que nem sempre água e ração estão disponíveis aos animais e que no espaço onde ficam os cães há muita sujeira.
O Jornal da Cidade esteve no local, mas a responsável pelos animais negou as acusações. Os dois cachorros, de acordo com ela, estavam presos porque a residência não tinha um portão que fechasse o quintal. Com a instalação recente do portão, ela alegou que deixa os animais, por vezes, soltos e que procura mantê-los bem alimentados.

No entanto, o denunciante aponta que “a situação é caso de risco de saúde para todos, pois a sujeira do quintal pode propiciar a leishmaniose. Gostaria muito que essa situação pudesse ser resolvida antes que os cães adoeçam de forma irreversível, pois esse será o destino deles se essa rotina perdurar”, cita a denúncia.

Em depoimento prestado ao delegado Dinair da Silva no final da tarde de ontem, o proprietário da casa também negou a acusação de maus-tratos. À reportagem, disse que durante o dia eles ficam presos pela falta de muro e portão na frente do imóvel, e que à noite eles ficariam soltos no quintal, onde foi instalado o portão. O homem também negou que falte comida e água para os animais.

Determinações

O delegado informou que, ontem mesmo, foi determinado ao proprietário da casa que ele passe, imediatamente, a manter os cães soltos e que sejam tomados os devidos cuidados em relação à alimentação.

“Nós registramos a abertura de um termo circunstanciado e vamos continuar investigando o caso. Se o dono dos animais descumprir as exigências que foram colocadas hoje (ontem), ficará sujeito às sanções da lei. O mesmo ocorrerá se, ao longo das investigações que ainda serão feitas, ficar provada a prática de maus-tratos, que configura crime ambiental”, diz Dinair.

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) foi acionado e informou, ontem, que também enviará uma equipe para investigar a denúncia no local.

“A informação sobre maus-tratos é insuficiente e não chega com eficácia até pessoas que ainda precisam ser informadas a respeito do Código de Proteção aos Animais e deveres do proprietário”, ressaltou o denunciante à reportagem. “A posse consciente de animais está restrita a cidadãos mais bem informados, e entendo que é necessário e urgente treinar agentes de saúde para esclarecer a população, distribuir panfletos, realizar palestras em igrejas, escolas e clubes”, enfatiza a denúncia encaminhada à Delegacia Ambiental.

____________________


Ambiente hostil pode causar depressão

Os casos de maus-tratos, além de serem considerados crimes, geram doenças nos animais. Conforme expõe o veterinário Luciano Fazzani Bortotto, é comum receber em sua clínica cães com problemas de depressão, que se automutilaram por sofrer situações de violência, entre outros casos. “Recebo animais com enfermidades de ordem psicossomáticas, que envolvem casos de autodestruição (quando o próprio animal se fere), estresse, depressão, agressividade”, conta Bortotto.

Assim como o ser humano, o animal também pode sofrer traumas e ser vítima de doenças se for criado num ambiente hostil. “Um cachorro, por exemplo, se espelha em seu dono. Se ele tem um dono agressivo, violento, provavelmente vai ser assim também”, informa o veterinário.

“Mas há casos em que o animal de estimação pode desenvolver até quadros de depressão se ficar, por exemplo, preso durante períodos seguidos”, salienta. “Ele vai ainda fazer algo para se expressar, chamar a atenção, para que alguém possa ajudá-lo. Muitos cães cavam buracos, ficam mais agitados, ou até acabam se ferindo na tentativa de chamar a atenção do dono”, indica Bortotto.

____________________


Lei é considerada branda


Quem trata com descaso os animais, por maldade ou não, pode ser penalizado. A lei nº 9.605, de 1998, prevê detenção de 3 meses a 1 ano, além de multa, para quem praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos. A pena é aumentada de um sexto a um terço se ocorrer a morte do animal.

Entretanto, a legislação específica é considerada por vários especialistas uma pena branda. Assim, é comum ver criminosos que não chegam a cumprir sua detenção. O que ocorre, na maioria dos casos, é o que se chama de transação penal, sendo possível substituir a pena de detenção por uma multa, que pode ser convertida em pagamento de cesta básica ou prestação de serviços à comunidade.

“Já que a preocupação com crimes ambientais atinge atualmente proporções nacionais e até mundiais, concordo que as penas poderiam ser mais rigorosas”, disse o delegado titular da Delegacia Ambiental de Bauru, Dinair José da Silva. Na visão dele, seria necessário estipular maior tempo de detenção, medida que poderia se tornar um fator inibidor, que contribuiria no combate a novos crimes.

Ele detalha que a delegacia, inaugurada junto ao Núcleo Especial Criminal (Necrim), tem recebido de duas a três denúncias de maus-tratos contra animais por semana. Elas são feitas diretamente no órgão policial ou através dos telefones 181 e 197.

“De imediato, damos início às investigações, que se desenrolam através de depoimentos de testemunhas, laudos, diligências, entre outros procedimentos”, informa. “E, se o animal estiver em estado deplorável, entramos com pedido de mandado de busca e apreensão”, frisa Silva. Para quem tem medo de informar situações de maus-tratos, o delegado frisa que a denúncia é de fundamental importância para o trabalho da polícia e que pode ser anômima. “A identidade da pessoa será mantida em sigilo”, garante.

http://www.jcnet.com.br/detalhe_geral.php?codigo=194628