sábado, 4 de setembro de 2010

ONG acusa Morrissey de racismo após declaração contra China

Noticias - ANIMAIS - MUNDO
04-Set-2010

Ex-vocalista da banda The Smiths disse que chineses são "subespécie"

Do R7

Bernd Kammerer/AP - O músico britânico Morrissey, ex-vocalista dos Smiths, foi acusado de racismo após criticar tratamento dado a animais e dizer que chineses são "subespécie"
Bernd Kammerer/AP - O músico britânico Morrissey, ex-vocalista dos Smiths, foi acusado de racismo após criticar tratamento dado a animais e dizer que chineses são "subespécie"
O polêmico músico britânico Morrissey - ex-vocalista da banda The Smiths - foi acusado de racismo após afirmar à revista Guardian Weekend que "chineses são uma subespécie", informou nesta sexta-feira (4) o jornal Daily Mail.

Vegetariano convicto e ativista dos direitos dos animais, Morrissey disse que o tratamento dado aos bichos em circos da China é "absolutamente horrendo".

- Você não pode evitar pensar que os chineses são uma subespécie.

Em 2009, Morrissey - cuja antiga banda lançou um álbum chamado Carne é Assassinato - abandonou o festival Coachella, nos Estados Unidos, após reclamar do cheiro de carne assada.

Martin Smith, porta-voz da campanha Love Music Hate Racism (ame a música, odeie o racismo), que recebeu doações do britânico em 2008, disse que o grupo não vai mais aceitar apoio de Morrissey.

- Realmente, isso é racismo puro. Quando você começa a usar termos como 'subespécie', entra em águas turvas. Não acho que podemos pedir que ele volte após isso.

Em 2007, Morrissey já havia sido acusado de racismo após dizer que a "imigração tinha mudado a Inglaterra". Na época, o músico - que hoje em Los Angeles, nos Estados Unidos - negou ser racista.

http://noticias.r7.com/internacional/noticias/ong-acusa-morrissey-de-racismo-apos-declaracao-contra-china-20100904.html

Cantor Morrissey se envolve em nova polêmica ao chamar chineses de 'subespécie'

04/09/2010
O Globo

O cantor Morrissey é chegado a declarações polêmicas. Sua mais nova tirada foi publicada neste sábado em uma entrevista dada pelo ex-vocalista dos Smiths ao jornal britânico "The Guardian", em que chamou os chineses de "subespécie" por causa do recorde do país no ranking de maus tratos de animais.

O cantor, que é vegetariano e ativista na luta pelos direitos dos animais, descreveu como "horrenda" a atitude da população chinesa com relação aos animais.

- Vocês viram a notícia sobre a forma com que ele tratam os animais? É absolutamente horrenda. Você não pode evitar o sentimento de que os chineses são uma subespécie.

Na entrevista, o artista falou ainda sobre o processo de produção de sua autobiografia que, segundo ele, está "quase concluída".

http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2010/09/04/cantor-morrissey-se-envolve-em-nova-polemica-ao-chamar-chineses-de-subespecie-917560022.asp

Morrissey afirma que não vai se retratar após chamar chineses de "subespécie"

06/09/2010

Após afirmar que os chineses são uma subespécie, devido a ausência de leis eficazes no país a favor dos direitos dos animais, Morrisey anunciou que não pretende se retratar.

"Se as pessoas verem os vídeos horrendos de como gatos e cães na China são esfolados vivos e outras barbaridades em relação ao tráfico de animais, é impossível definir a China como um país que realmente se importa", afirmou Morrissey.

"Não existe nenhuma lei de proteção aos animais na China, e o resultado é que o país incentiva crueldades bestiais. É indefensável", completou.

http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2010/09/06/257761-morrissey-afirma-que-nao-vai-se-retratar-apos-chamar-chineses-de-subespecie
Atualizado em ( 07-Set-2010 )

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Chimpanzés no centro de polêmica sobre aposentadoria de animais de pesquisa nos EUA

Noticias - ANIMAIS - MUNDO
03-Set-2010

Foto: ReutersALAMOGORDO, EUA - Flo, uma chimpanzé, passeia por sua jaula, joga uma bola de borracha e depois admira uma pimenta verde que será seu lanche esta manhã. Já faz muito tempo que Flo estava em exibição no zoológico de Memphis, e ainda mais tempo desde que aprendeu a fumar cigarros durante uma passagem por um circo. Mais recentemente, ela foi cobaia em testes relacionados à hepatite C e ao HIV. No momento, no entanto, ela está desempregada - mas talvez não por muito tempo.

Flo e outros 185 chimpanzés que moram no Centro de Primatas de Alamogordo, na Base Aérea de Holloman, não são usados como cobaias há quase um década, como parte de um acordo entre o Instituto Nacional de Saúde dos EUA (NIH, na sigla em inglês) e os militares, que proíbe o uso dos animais em testes biomédicos na base. Mas, recentemente, o instituto decidiu que queria usar a colônia de chimpanzés em pesquisas médicas novamente, principalmente no desenvolvimento de uma vacina contra a hepatite C. Em junho, alguns dos animais foram enviados em caminhões especiais para o Centro Nacional de Pesquisas com Primatas em San Antonio e os planos são de remover os demais chimpanzés até 2011.

A transferência detonou revolta entre os defensores dos direitos dos animais, especialistas em primatas e políticos, que dizem que os chimpanzés - muitos deles de meia idade e idosos - mereceriam passar o que resta de suas vidas em paz após anos dedicados a pesquisas invasivas. E também jogou nova luz no debate sobre o tênue limite entre ciência e ética, levantando vozes como a da lendária primatologista Jane Goodall e do governador do estado do Novo México, Bill Richardson.

- Esses chimpanzés deram sua liberdade, assim como seu habitat natural, seus corpos, sua saúde e seus filhos para as pesquisas - diz Laura Bonar, diretora do Programa de Proteção de Animais do Novo México, que quer transformar o centro de Alamogordo em um asilo para a aposentadoria dos macacos. - No fim de suas vidas, podemos devolver algo a eles - defende.

Para o NIH, porém, os chimpanzés são um recurso valioso. O acordo que proíbe seu uso em pesquisas foi firmado quando os macacos foram adquiridos da Fundação Coulston, um infame laboratório de pesquisas no estado que agentes federais descobriram que abusava e maltratava os animais. Em 2001, o instituto fechou um contrato de 10 anos com um laboratório privado para cuidar da saúde deles, muitos infectados ou expostos a doenças como a própria hepatite C e o HIV, vírus causador da Aids, nas pesquisas. Atualmente, chimpanzés como Flo, que aos 53 anos é uma das mais velhas em Alamogordo, passam seus dias em pequenos grupos distribuídos em domos geodésicos catando comida, balançando em suas estruturas e acenando para eventuais visitantes e entre si.

Harold Watson, que chefia o programa de pesquisas com chimpanzés no Centro Nacional de Recursos para Pesquisas, diz que, ao fim desse contrato, o certo é que os macacos voltem a ser usados em seu propósito original. A pesquisa - que provavelmente vai demandar a coleta periódica de amostras de sangue, biópsias do fígado e, em alguns casos, inoculação com o vírus da hepatite C - será bem monitorada, afirma:

- As pessoas têm uma imagem de macacos com eletrodos ligados diretamente em seus cérebros. Não é disso que estamos falando.

O histórico das pesquisas com primatas, no entanto, há muito desperta controvérsias. Por causa de sua proximidade genética com os seres humanos, os chimpanzés são considerados cobaias ideais nos estudos de várias doenças infecciosas ou distúrbios psicológicos que afetam a humanidade. Mas muitos questionam se estas pesquisas levaram a reais descobertas importantes, e os EUA atualmente são o único país desenvolvido que continua a usar o confinamento em larga escala de chimpanzés em laboratórios. Os defensores das pesquisas, por sua vez, afirmam que elas já deram sim muitas contribuições à ciência.

Ainda aguarda aprovação no Congresso americano o chamado Ato de Proteção dos Grandes Macacos, que levaria à aposentadoria de 500 chimpanzés pertencentes ao governo federal em santuários permanentes. O próprio centro de Alamogordo tem suas origens em experimentos conduzidos pela Força Aérea no fim dos anos 50. John Gluck, professor emérito de psicologia da Universidade do Novo México, visita a colônia da base desde os anos 70 e está preocupado com as consequências para saúde física e mental dos animais que uma possível mudança para San Antonio pode trazer, principalmente tendo em vista o "enorme preço" que eles já pagaram sendo cobaias em laboratórios como o da Fundação Coulston.

- O NIH, em geral, é um lugar de respeito, mas parece-me que eles perderam tanto sua bússola ética quanto a científica neste caso - diz.

http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2010/09/03/chimpanzes-no-centro-de-polemica-sobre-aposentadoria-de-animais-de-pesquisa-nos-eua-917557190.asp

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Mais uma prova de que é inútil matar cães para combater a leishmaniose

Noticias - ANIMAIS - BRASIL
02-Set-2010

Leishmaniose

Patos de Minas já tem 59 infectados

GABRIELA SALES - Especial para O Tempo

Os moradores de Patos de Minas, no Alto Paranaíba, estão assustados com o aumento dos casos de leishmaniose silvestre na cidade. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, 59 pessoas já foram contaminadas em 2010 - um número bastante alto em comparação ao ano passado, quando houve apenas sete notificações.

Segundo o diretor de Vigilância em Saúde, Onaldo Roberto Nunes, o surto está ligado ao acúmulo indevido de lixo na cidade. "Isso está motivando a aproximação de animais silvestres contaminados", explicou. Segundo ele, essa tese foi comprovada após a captura de alguns gambás infectados.

A prefeitura de Patos de Minas está promovendo alguns mutirões de limpeza nas regiões onde o número de ocorrências é mais elevado. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, os cachorros da cidade também estão sendo examinados e, até o momento, nenhum caso foi registrado entre eles.

http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=150113

Canadá: Prazo para execução de ursos protetores de plantação de maconha é ampliado

02-Set-2010

AFP

Dois dos ursos que guardavam a plantação - AFP

VANCOUVER — Autoridades canadenses decidiram estender o prazo para a execução dos ursos descobertos em uma plantação de cannabis na Colúmbia Britânica. Inicialmente, os animais iriam ser eliminados, mas inúmeros protestos na internet tentam reverter a decisão.

Os policiais, que encontraram mais de 20 ursos em uma zona afastada à beira do lago Christina na Colúmbia Britânica, pensaram, em um primeiro momento, que os cultivadores usavam os animais para espantar ladrões. Depois, foi verificado que os ursos eram tratados como animais de estimação, sendo até alimentados com rações para cachorro.

Foi isto que fez com que os ursos corressem perigo: habituados a receber comida de homens, eles se aventurariam a pedir alimento também para viajantes e ficariam agressivos se não recebessem nada.

Mas, a situação dos animais, que foi objeto de reportagens e alvo da mídia, mobilizou centenas de internautas que fizeram um abaixo assinado pedindo que os ursos fossem poupados.

O ministro do Meio Ambiente da Colúmbia Britânica, Barry Penner, declarou na terça-feira à noite à AFP que o proprietário da plantação de maconha, deixado em liberdade durante a investigação, havia recebido ordens para continuar a alimentar os ursos até meados de novembro, quando os animais começam a hibernar.

"Eles se distanciarão gradualmente", disse Penner. Quando acordarem na primavera, poderão retomar a vida selvagem normalmente, longe dos homens, acrescentou.
"Espero um final feliz, mas não é garantido", concluiu.

Cerca de 160 mil ursos negros vivem na Colúmbia Britânica, o que representa um quarto da população desses animais no Canadá. Ao longo dos últimos três anos, mais de 1.200 foram eliminados por causa de conflitos com homens.

http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5ibVLuzFZGKHT3hNJfeugYJgJBRgA


Pesca de golfinhos pinta o mar de vermelho no Japão

02-Set-2010

Apesar de protestos, pescadores dizem que prática é centenária e faz parte da cultura local - Foto: EFE

O Instituto Sea Shepherd divulgou nesta quinta-feira uma imagem que mostra um grupo de pescadores de Taiji, no Japão, pescando golfinhos na costa do país. Chama a atenção o mar que ficou vermelho por causa do sangue dos animais. As informações são da agência EFE.

Segundo a agência, a campanha contra a pesca desses cetáceos, que começa tradicionalmente no dia 1º de setembro, teve menos críticas que em 2009. Os pescadores de Taiji, cidade com cerca de 3,5 mil habitantes, afirmam que a prática é centenária e faz parte da cultura pesqueira - já que a região não é apta ao cultivo do arroz, principal produto da agricultura do país.

A prática de pesca de golfinhos foi tema do documentáio The Cove, vencedor do Oscar. De acordo com a agência AP, o realizador do filme, Ric O'Barry - ex-treinador de golfinhos da série de TV Flipper - foi ao Japão este ano para participar dos protestos e entregou à embaixada dos Estados Unidos uma petição com 1,7 milhões de assinaturas que pede o fim da prática.

http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4656598-EI8145,00-Pesca+de+golfinhos+pinta+o+mar+de+vermelho+no+Japao.html

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Portugal: A Associação Animal avança com petição legislativa contra as touradas

Noticias - ANIMAIS - MUNDO
01-Set-2010

A associação vai percorrer todo o país

Por Tânia Marques

A presidente da Associação Animal, Rita Silva, anunciou ontem que o grupo de activistas vai avançar com uma petição legislativa para a abolição das touradas e reforçar as leis de protecção animal.

Protesto de ativistas, em Julho, contra tourada promovida pelo CDS (Foto: Rui Gaudêncio/arquivo)
Protesto de ativistas, em Julho, contra tourada promovida pelo CDS (Foto: Rui Gaudêncio/arquivo)

A proposta será apresentada na Assembleia da República no dia 17 de Setembro, dois dias depois do arranque do novo ano legislativo. Deputados do CDS, BE e Os Verdes admitem discutir a matéria.

Embora não negue a "boa intenção" por parte das pessoas que têm assinado a petição a decorrer na Internet para a abolição das touradas, promovida pelo Partido Pelos Animais, Rita Silva afirmou que "não é através de uma petição online que se vai conseguir fazer diferença". "Tem de haver uma estratégia concreta neste assunto tão delicado. Por isso, no dia 17 de Setembro vamos apresentar uma petição legislativa que vise não só a abolição das touradas, mas também estabelecer mais punições sobre crimes contra animais", revelou a presidente da Animal.

A par desta iniciativa parlamentar, a activista disse ao PÚBLICO que a associação vai percorrer todo o país numa angariação de assinaturas para que a sua proposta ganhe ainda maior expressão na Assembleia da República. A par disto, "estamos a trabalhar em conjunto com os outros activistas da Catalunha para criarmos um plano de trabalho extenso e coerente", contou Rita Silva. Contudo, a presidente da Animal disse que "não estava totalmente confiante" até à votação no Parlamento catalão a favor do fim das touradas, mas que "depois desse passo no local em que era quase impensável a abolição da tauromaquia, será mais fácil e exequível acontecer o mesmo em Portugal".

Apesar desta proposta da Animal, por parte dos partidos não está prevista nenhuma iniciativa semelhante. No entanto, os deputados João Rebelo, do CDS-PP, Rita Calvário, do Bloco de Esquerda, e Heloísa Apolónia, d"Os Verdes, declararam que estariam disponíveis para uma discussão sobre esta matéria no Parlamento.

"Sabendo que a tourada é um espectáculo degradante e que a maioria dos portugueses está a favor do seu fim, sou favorável a que exista um referendo", disse João Rebelo. Na ala esquerda, a deputada do BE afirmou que "neste momento não fazia sentido" um partido avançar com uma iniciativa contra a tauromaquia, mas não põe de parte uma "discussão pública" sobre a matéria. Assim, defende que haja primeiro "um debate social para depois passar ao nível parlamentar". Já n"Os Verdes, Heloísa Apolónia disse que, "caso se demonstre que a maioria dos portugueses é a favor da abolição, evidentemente que obrigará a uma discussão na Assembleia da República".

No PSD, Fernando Negrão advogou que "existem outras matérias para ocupar os deputados", enquanto no PS e no PCP não houve ninguém disponível para comentar o tema.

http://www.publico.pt/Sociedade/animal-avanca-com-peticao-legislativa-contra-as-touradas_1453802

Lei proíbe a eliminação de cães de rua em Pernambuco

Noticias - ANIMAIS - BRASIL
01-Set-2010
Do JC Online

Cães abandonados não poderão ser sacrificados pela carrocinha

A eliminação de cães e gatos encontrados nas ruas está proibida em Pernambuco. O governador Eduardo Campos sancionou nessa terça-feira (31) a lei que regula o controle de reprodução e a eliminação de animais no Estado. De autoria do deputado André Campos (PT), a lei afirma que "fica vedada a eliminação da vida de cães e de gatos pelos órgãos de controle de zoonoses, canis públicos e estabelecimentos oficiais congêneres".

Os animais só poderão sofrer eutanásia se estiverem infectados por doenças que coloquem em risco a saúde de humanos ou de outros animais, e um laudo confirmando tal situação deverá ser expedido.

Entidades de defesa dos animais comemoraram. A Associação Amigos Defensores dos Animais e do Meio Ambiente (AADAMA) informou: "Acabou a espera de muitos anos pela implantação desta lei. Mas a caminhada das entidades de defesa ainda é longa; temos o papel de fiscalizar e conscientizar para o cumprimento da lei".

Para evitar que cães abandonados se tornem um problema sanitário, medidas de identificação e registro dos bichos serão adotadas. Os animais recolhidos pelos órgão de zoonose ficarão à disposição dos donos por um período de 72hs. Se não forem buscados ou adotados, vão passar por procedimento de esterilização.

http://jc.uol.com.br/canal/cotidiano/grande-recife/noticia/2010/09/01/lei-proibe-a-eliminacao-de-caes-de-rua-em-pernambuco-234777.php

terça-feira, 31 de agosto de 2010

domingo, 29 de agosto de 2010

Rio Grande do Sul: ONG protesta na Expointer contra exploração de animais

Noticias - ANIMAIS - BRASIL
29-Ago-2010

Segurando faixas, os ativistas distribuíram cerca de mil panfletos ao público

cerca de 30 manifestantes fizeram campana em frente às bilheterias do parque - Foto:Rafael Santini/Divulgação
cerca de 30 manifestantes fizeram campana em frente às bilheterias do parque - Foto:Rafael Santini/Divulgação
Se a participação da classe rural é essencial na Expointer, a presença de um outro grupo, apesar de antípoda, tem se tornado clássica na feira. Todos os anos, durante a abertura do evento, a ONG Vanguarda Abolicionista reúne seus integrantes para prostestar contra a exploração de animais.

Ontem, das 10h às 16h, cerca de 30 manifestantes fizeram campana em frente às bilheterias do Parque de Exposiçoes Assis Brasil. Segurando faixas, os ativistas distribuíram cerca de mil panfletos ao público que chegava ao local. Além da ONG, contrária à cadeia produtiva animal, participaram os grupos ComPATAS, de Passo Fundo, e o ProAnimal, de São Leopoldo.

http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Economia&newsID=a3022411.xml