segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Comissão Europeia quer proibir comércio internacional de atum vermelho em 2011

(AFP) BRUXELAS — A Comissão Europeia defendeu nesta segunda-feira a inclusão do atum vermelho na lista de espécies ameaçadas de extinção, com o objetivo de proibir o comércio internacional deste peixe, muito apreciado pelos japoneses, já em 2011.

"Não resta outra escolha que não seja agir agora e propor a proibição do comércio internacional" do atum vermelho, declarou o comissário europeu de Meio Ambiente, Janez Potocnik.

Os 27 Estados membros da União Europeia (UE) agora precisam se pronunciar sobre a recomendação de Bruxelas. Se a aceitarem, deverá ser aprovada pela CITES, organismo afiliado à ONU encarregado de proteger as espécies ameaçadas, o que equivaleria a um veto de fato sobre o comércio internacional do atum vermelho, vítima da pesca excessiva.

Os japoneses consomem 80% do atum vermelho pescado no planeta. Nesta segunda-feira, Tóquio destacou que se opõe a qualquer veto à pesca e ao comércio da espécie.

Entre 1957 e 2007, as reservas de atum vermelho diminuíram 75%, segundo grupos de defesa do meio ambiente.

http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5it5YyfT68pUoe7KK3qdk3Wowb-Pw

Mero, peixe ameaçado de extinção, é apreendido em feira no Pará

Fiscais da Secretaria de Meio Ambiente do Pará apreenderam 11,5 quilos de mero, um peixe ameaçado de extinção no Brasil, na Feira da Jaderlândia, em Ananindeua, Região Metropolitana de Belém. A informação é da assessoria de comunicação do governo do Pará. O mero é um dos maiores peixes da costa brasileira, ultrapassando até o pirarucu. Cresce lentamente e vive mais de 40 anos. Pode atingir mais de 2 metros de comprimento e pesar mais de 400kg. A fase de reprodução só começa quando ele atinge 1,1 a 1,2 metros de comprimento, com 4 a 7 anos de idade.

O mero estava sendo vendido ao lado de peixes como cação, sarda, gó e bagre, na última sexta-feira. Os demais peixes, apesar de não estarem em período de defeso ou em extinção, também foram apreendidos, devido à comercialização em meio a produto ilegal.

A captura, transporte, venda e industrialização do mero no Brasil está proibida até 2010. A portaria do Ibama é de 2007 e prorroga a proibição por 5 anos.

No total, 86 kg de peixes foram apreendidos durante fiscalização do defeso do caranguejo no estado. Segundo a Secretaria, os peixes foram doados à Fundação dos Capuchinhos, que atende cerca de 400 idosos por dia em Belém.

O infrator foi autuado em flagrante e tem 15 dias para apresentar defesa. Ele responderá na Justiça pelo crime.

http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2010/02/21/mero-peixe-ameacado-de-extincao-apreendido-em-feira-no-para-915904165.asp

Meio ambiente em computador

Software distribui espécies biológicas em vários cenários

fonte: Agência Fapesp


Integrar dados disponíveis em diferentes redes. Esta é, em resumo, a função primeira do openModeller, conceito criado por um grupo de cientistas brasileiros, depois de quatro longos anos de trabalho. Concebido inicialmente para facilitar o acesso aos dados da rede Species Link (um sistema de informação que integra, em tempo real, dados primários de coleções científicas e conta com cerca de 180 coleções e 3,5 milhões de registros), hoje ele permite vários tipos de modelagens ambientais.

“Se quisermos analisar como se espalha a leishmaniose em função da perda de cobertura vegetal, precisamos de dados de ocorrência do vetor e do hospedeiro, além de dados abióticos como pluviosidade e mudanças climáticas. A partir daí, é preciso que toda essa infraestrutura de dados possa ser acessada de forma transparente, com ferramentas que permitam sua visualização e análise. Essa é a proposta do openModeller”, explica Vanderlei Perez Canhos, coordenador deste projeto temático (concluído este mês) e diretor-presidente do Centro de Referência em Informação Ambiental (Cria).

Além disso, o openModeller indica estratégias para a conservação da biodiversidade, como apontar áreas prioritárias com ocorrência de espécies raras e também de controle de doenças infecciosas. A modelagem pode ser útil também para previsão de impactos das mudanças climáticas globais e das atividades humanas sobre a biodiversidade, e também para a prevenção e controle de espécies invasoras.

O desenvolvimento do openModeller é tão complexo, diz Canhos, que “tivemos nove doutorandos, cinco mestrandos e sete estudantes de graduação, além de seis bolsistas de treinamento técnico envolvidos com o projeto”. Não foi só isso. “Muitos pesquisadores do Cria, da Poli e do Inpe também tiveram envolvimento direto. O resultado é que o projeto rendeu um programa de capacitação muito abrangente, gerando várias teses e dissertações”. Vale dizer: este trabalho foi feito em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e com a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). Outras informações no Cria (www.cria.org.br).

http://eptv.globo.com/emissoras/emissoras_interna.aspx?289022

Ibama identifica 150 empresas fantasmas de comércio de madeira no Pará

O número é resultado da Operação Caça-Fantasma, que rastreia a cadeia produtiva no Estado

Luana Lourenço - Agência Brasil

Brasília - A Superintendência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no Pará identificou mais de 150 empresas fantasmas de comercialização de madeira e outros produtos florestais. O número é um dos resultados parciais da Operação Caça-Fantasma, que rastreia a cadeia produtiva florestal no estado.

As empresas flagradas pelo Ibama forneciam informações falsas sobre planos de manejo e guias florestais para justificar a compra de madeira ilegal. As notas fiscais apresentadas aos fiscais eram de empresas que não existiam.

Em alguns casos, as placas dos veículos informados como responsáveis pelo transporte dos produtos florestais eram de carros de passeio e motos, e não de carretas ou caminhões como alegavam os compradores.

Com o esquema, as empresas conseguiam esquentar a madeira extraída ilegalmente como se fosse produto de manejo. Além de autuar os responsáveis, o Ibama cobra o estorno do produtos florestais comercializados com a fraude.

Os infratores terão que devolver 170 mil metros cúbicos de madeira, além de carvão e lenha. O total de produtos florestais seria suficiente para encher mais de 7,5 mil caminhões.

De acordo com o Ibama, a operação continuará por tempo indeterminado.

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,ibama-identifica-150-empresas-fantasmas-de-comecio-de-madeira-no-para,514462,0.htm

Governo fará pregão para mapear terras na Amazônia

AE - Agencia Estado

O governo fará no dia 8 um pregão eletrônico para contratar o maior serviço de georreferenciamento de terras já feito no País. Serão atendidos só na primeira fase 100 mil dos 296 mil imóveis de até 1,5 mil hectares que deverão ser regularizados na Amazônia. Eles ficam em 173 municípios tidos pelo Ministério do Meio Ambiente como os que mais desmatam.

Para os contratos de georreferenciamento a serem fechados no pregão, o governo reservou R$ 173,7 milhões do orçamento do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). O valor máximo por quilômetro no Estado do Amazonas será de R$ 950 por ser o de mais difícil acesso; em Tocantins, Acre, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Rondônia o máximo a ser pago por quilômetro será de R$ 650.

Ao todo, serão 266 mil quilômetros lineares a serem mapeados, distância que corresponde a quase sete voltas na circunferência da Terra que, de acordo com a Nasa (Agência Espacial norte-americana), é de 40 mil quilômetros a partir da linha do Equador. O trabalho deverá chegar a cerca de 30 milhões de hectares na primeira fase do processo de legalização das ocupações da Amazônia, informou o coordenador do Programa Terra Legal Amazônia, Carlos Guedes.

A primeira etapa deixou de fora as terras do Amapá e de Roraima. No total, segundo cálculos do governo, as propriedades passíveis de regularização ocupam cerca de 67 milhões de hectares de terras da União. A legalização das propriedades de até 1,5 mil hectares da Amazônia foi aprovada pela Lei 11.952/2009, resultante da Medida Provisória 458. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


http://www.estadao.com.br/noticias/geral,governo-fara-pregao-para-mapear-terras-na-amazonia,514401,0.htm

Lixo eletrônico é séria ameaça ao meio ambiente em países emergentes, alerta ONU

Brasil, China e Índia são os mais citados pelo descarte de PCs, celulares e outros produtos

Advillage

O acúmulo de lixo eletrônico – produtos eletroeletrônicos descartados sem cuidado pelos consumidores – pode representar uma séria ameaça ao meio ambiente e à saúde pública nos próximos dez anos em países emergentes, a menos que sejam empreendidos eforços para a coleta e reciclagem desses materiais.

O alerta foi lançado hoje pelo Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), em Bali, na Indonésia.

O relatório estima que na África do Sul e na China, por exemplo, o volume de computadores abandonados crescerá de 200% a 400% em 2020, em relação aos níveis de 2007. Na Índia esse crescimento poderá chegar a 500%. Na China, em 2020, o descarte de celulares será 7 vezes maior que em 2007, e na Índia, 18 vezes maior.

O Brasil é um dos líderes em descarte de PCs: são 96,8 mil toneladas métricas por ano. Na China são 300 mil. Quando o assunto é geladeira, são 115 mil toneladas por ano, contra 495 mil da China, anota a Agência Estado. Entre impressoras, são mais 17,2 mil toneladas de lixo por ano no Brasil. Entre celulares, mais 2,2 mil toneladas/ano. Nesses dois itens, o Brasil também só perde para a China.

A estimativa é que, no mundo, 40 milhões de troneladas de lixo eletrônico são geradas todo ano. Só a Europa seria responsável por 1/4 desse lixo. Mas o alerta da ONU, neste momento, é para a explosão do problema nos países emergentes e sua falta de capacidade para lidar com esses produtos, muitas vezes perigosos.

http://cidadebiz.oi.com.br/paginas/51001_52000/51426-1.html

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Paul McCartney declara guerra contra os caçadores de raposas

ImagePaul McCartney é conhecido por militar a favor das causas de proteção aos animais. Desta vez, ele quer tentar proibir de vez a caça às raposas na Inglaterra. Segundo o site “Female First”, o músico está em oposição direta ao político David Cameron, que pretende se eleger primeiro-ministro da Inglaterra nas eleições de maio e declarou que deixaria membros do parlamento decidirem se votam ou não em uma proposta de lei que liberaria novamente a caça aos tais animais, proibida em 2004.

"Eu, ao lado da maioria da população britânica, estou ao lado desta vitória histórica para a vida selvagem", declarou o músico, insistindo em que a lei tem de permanecer em vigor, e não ser revogada. "É um esporte cruel e desnecessário", completou.

http://revistaquem.globo.com/Revista/Quem/0,,EMI122925-9531,00-PAUL+MCCARTNEY+DECLARA+GUERRA+CONTRA+OS+CACADORES+DE+RAPOSAS.html