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- Britânica joga gata em lata de lixo, mas é pega por câmera de segurança
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- Britânica joga gata em lata de lixo, mas é pega por câmera de segurança
Os habitantes da ilha de Kihnu, na Estónia, estão decididos a recomeça a caça à foca, 30 anos depois, uma vez que o número destes animais aumetou consideravelmente nos últimos 10 anos, declarou um alto responsável do país à agência AFP. “O ministro do Ambiente está a ultimar um projeto (…) que porá fim à interdição da caça, depois de 30 anos”, adiantou Hanno Zingel, conselheiro do ministro do Ambiente.
De acordo com o mesmo responsável, a população de focas cinzentas cresceu de 1500 indivíduos para quatro mil na última década. “A comunidade de focas cinzentas cresceu, muito devido à melhoria das condições ambientais no mar Báltico, embora o número de quatro mil nas águas estonianas esteja muito abaixo das mais de 10 mil focas registadas à 100 anos”, acrescentou.
A ilha de Kihnu está situada ao largo da costa ocidental da Estónia. Há cerca de três anos, os seus cerca de 500 habitantes enviaram uma carta ao ministro do Ambiente solicitando autorização para voltarem a caçar as focas cinzentas. Relembraram que os pratos à base de carne de foca fazem parte da tradição cultural do país.Os habitantes reclamam a caça de 30 exemplares por ano.
A polícia da Malásia deteve um dos traficantes de animais selvagens mais procurados do país, que tentava enviar ilegalmente uma cerca de 100 serpentes vivas à Indonésia, informa neste sábado a imprensa local.
O detido, Anson Wong, conhecido como o "Rei Lagarto" por traficar principalmente répteis, foi preso na quinta-feira no aeroporto internacional de Kuala Lumpur.
Segundo o jornal New Straits Times, Wong estava no aeroporto da capital malaia em trânsito desde Penang, norte do país, à espera de embarcar rumo à capital da Indonésia, Jacarta.
Uma mala danificada de Wong alertou funcionários da companhia Malaysia Airlines que, após terem comprovado que no interior havia várias serpentes, detiveram o contrabandista e o entregaram às autoridades. Entre os animais apreendidos havia 95 jibóias e duas víboras, além de uma tartaruga.
Grupos de preservação afirmam que Wong, condenado em 2001 a 71 meses de prisão nos Estados Unidos, é um dos maiores traficantes de fauna protegida do mundo.
Levantamento da Ava de atendimentos feitos no mês passado aponta 14 denúncias, com 50% confirmadas
A associação começou a fazer um levantamento das ligações que recebeu no mês passado para ter um controle dos atendimentos. Das 130 chamadas telefônicas recebidas em julho, dez foram denúncias. Outras quatro acusações chegaram por correio eletrônico.
Deste total, 50% representavam problemas simples de posse consciente por parte dos donos e não foram abertas investigações. Já a outra metade dizia respeito a algum tipo de violência feita, principalmente, contra cachorros.
"Existem donos que colocam comida apenas uma vez na semana e deixam o animal sem água, desamparado", diz a presidente da ONG, Maria Cristina Dias.
A falta de cuidados dos donos com dois rottweilers, que tomam conta de um casarão na região central de Ribeirão Preto, motivaram uma denúncia nesta sexta-feira. Segundo Cristina, o caso é acompanhado por uma representante da Comissão dos Direitos dos Animais da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).
A reportagem tentou entrar em contato com a advogada, mas não conseguiu localizá-la.
Outro caso
Um mês após receber uma denúncia de suspeita de maus-tratos que envolve um casal de chow chows, no bairro Monte Alegre, na zona Oeste, a AVA continua a monitorar os cachorros.
Segundo a presidente da ONG, Maria Cristina Dias, o dono retirou os cães da casa onde viviam para fazer uma reforma e os deixou com um amigo que é adestrador. "Essa pessoa nos procurou para comunicar a mudança e disse que o dono tem boas intenções", afirmou a presidente da associação de proteção.
Apesar da mudança, o macho do casal, que sofre com problemas de pele característicos da raça e estava sem pelo nas patas, continua a passar por tratamento indicado por uma veterinária da AVA.
O Ibama apreendeu mais uma remessa de barbatanas de tubarão num porto de Belém, no nordeste do Pará. Desta vez, a carga de 1,4 toneladas seria exportada para Hong Kong, onde o produto é utilizado na indústria alimentícia. Além de perder as barbatanas, avaliadas em mais de R$80 mil, a empresa recebeu multa de R$128 mil.
“O exportador não provou a destinação correta das carcaças de tubarão, o que revela que os animais foram vítimas da prática do ‘finning’”, disse o analista ambiental e biólogo Gunther Barbosa, que investigou o caso.
Proibida por uma portaria do Ibama, o “finning” ocorre quando o pescador corta apenas as barbatanas do tubarão e descarta a carcaça no mar. Muitas vezes o animal resiste à amputação e é jogado ainda vivo na água, mas não sobrevive. Os pescadores praticam o "finning" por motivos econômicos, já que transportar um barco cheio de barbatanas, produto muito valorizado no mercado internacional, é mais lucrativo que ocupá-lo com o tubarão inteiro.
Empresas fantasmas
A exportadora autuada solicitou ao Ibama a liberação da carga para Hong Kong no início da semana. Após análise da documentação que comprovaria a cadeia produtiva do produto (da origem das barbatanas até a destinação das carcaças), foram identificadas diversas irregularidades. Entre elas, havia notas fiscais de venda de carcaças de tubarão para empresas fantasmas.
Os agentes do Ibama vistoriaram as supostas empresas compradoras das carcaças, mas encontraram uma padaria e uma fábrica de palets nos locais. Segundo Gunther Barbosa, os proprietários desconheciam porque seus endereços estariam sendo usados para atividade relacionada à pesca. “As empresas declaradas pelo exportador eram fantasmas e estavam sendo utilizadas para mascarar o descarte das carcaças de tubarão no mar, contrariando a lei”, disse ele. (Com informações do Ibama)
O músico Paul McCartney está indignado com a mais recente decisão da agência espacial americana (NASA) de voltar a utilizar animais como cobaias, noticiou o jornal E!online. Há 30 anos que a NASA não utilizava primatas nos seus ensaios, pelo que o retomar de testes de irradiação com animais na Estação Espacial Internacional tem provocado fortes protestos por parte de associações de defesa dos direitos dos animais de todo o mundo. A decisão, tomada em Abril, provocou mesmo a demissão de April Evans, engenheira aeroespacial, que numa carta enviada à administração escreveu que “depois de muita ponderação”, decidiu resignar ao cargo por “não aceitar os argumentos científicos para a utilização de primatas nos testes de radiobiologia”. Sir Paul McCartney escreveu uma carta a Charles Bolden, um dos administradores da NASA, manifestando o seu mais profundo repúdio pela utilização de animais como cobaias.
“Acredito que a NASA tenha plena capacidade de estudar os impactes das viagens espaciais sobre a saúde e bem-estar dos astronautas sem ter que recorrer a testes com animais”, escreveu o músico. Na mesma carta, McCartney acrescentou: “Seria muito decepcionante se na nossa ânsia em descobrir novos horizontes e aprender mais sobre o universo em que vivemos começássemos a regredir na forma como tratamos os animais. Apelo, por isso, a que cancelem as experiências”. A própria Agência Espacial Europeia contesta este tipo de métodos, declarando “não ter qualquer interesse a utilização de primatas, uma vez que os resultados não terão qualquer utilidade”.

Um tigre bebé, de apenas dois meses, foi descoberto na bagagem de uma mulher tailandesa que se preparava para embarcar com destino ao Irão, denunciaram os responsáveis pela protecção de espécies ameaçadas. A mulher, de 31 anos, foi detida no domingo no aeroporto Suvarnabhumi, na capital da Tailândia, depois de o animal – que estava dopado e guardado numa mala de grandes dimensões juntamente com tigres de peluche – ter sido detectado no raio-X.
Um responsável pela Divisão de Protecção da Fauna e Flora Silvestre, citado pela AFP, explicou que a cria de tigre tinha sido drogada com anti-depressivos. “Ele estava muito calmo, semi-adormecido, quando nós pegámos nele”, explicou, adiantando que o animal foi transportado para um centro especializado. Não foi possível apurar se se trata de uma cria selvagem ou já nascida em cativeiro. Foram recolhidas amostras de ADN para determinar a que espécie pertence.
A mulher detida para interrogatório negou conhecer a existência do animal no interior da mala, tendo explicado às autoridades que transportava a mala a pedido de terceiros, adiantou, à agência de notícias Reuters, Nirat Nipanad, o oficial do aeroporto responsável pela detecção de animais. Arrisca uma pena de prisão de quatro anos e/ou uma coima de cerca de 1006 euros.
AP

O filhote de tigre, nas mãos de veterinário na Tailândia.
Um filhote de tigre foi encontrado escondido em meio a tigres de pelúcia na bagagem de uma mulher em Bangcoc, na Tailândia.
O pequeno tigre de dois meses foi descoberto quando a mulher, de 31 anos, passou a bolsa pelo controle de segurança com raio-X no aeroporto, ao tentar embarcar para o Irã, no início da semana.
De acordo com autoridades locais, os funcionários do aeroporto suspeitaram da mulher por ela apresentar dificuldades para carregar a bolsa. Ao visualizar algo parecido com um animal de verdade nas imagens do raio-x, veterinários foram chamados, e descobriram o tigre.
A organização internacional de defesa dos animais Traffic informou que o filhote está sob os cuidados do centro de resgate do departamento de parques nacionais e vida selvagem da Tailândia. No momento, as autoridaes tentam descobrir se o animal nasceu em cativeiro ou se foi capturado em habitat natural.