sábado, 5 de março de 2011

Nova Friburgo/RJ: Voluntários questionam trabalho da prefeitura com animais resgatados

Noticias - ANIMAIS - BRASIL
05-Mar-2011

A atuação da Coordenadoria do Bem-Estar Animal de Nova Friburgo, órgão da prefeitura, no socorro aos animais atingidos pela tragédia ocasionada pelas chuvas vem provocando reclamações de membros ligados à grupos de proteção animal. Já há inclusive uma denúncia no Ministério Público Estadual sobre maus tratos e desperdício de doações de rações e medicamentos, que, segundo eles, estariam estragando no abrigo da coordenadoria.

— Além disso, a coordenadoria está recusando a ajuda de voluntários e, inclusive, proibindo a entrada de alguns no abrigo. Também não há profissionais capacitados atuando na unidade — conta Alessandra Fabro, membro da ONG Pêlo Próximo, uma das pessoas que assina a denúncia.

Segundo a veterinária Carla Sassi, membro do Instituto Ecológico Búzios de Mata Atlântica (IBBMA), que trabalhou nos resgates aos animais, uma das voluntárias comprou uma geladeira para doar ao abrigo, para guardar medicamentos e vacinas. No entanto, o eletrodoméstico ficou desligado por dois dias e todo o material foi perdido.

— Não fomos bem recebidos na coordenadoria. Quando conseguimos entrar no galpão, vimos uma situação caótica, com animais precisando de atendimento — explica.

Procurada pela reportagem, a prefeitura informou que não foi notificada pelo MPE e não quis se pronunciar sobre as acusações feitas pelas voluntárias.

A responsável pela Coordenadoria do Bem-estar Animal publicou uma carta aberta sobre as acusações.

http://oglobo.globo.com/rio/bairros/posts/2011/03/05/voluntarios-questionam-trabalho-da-prefeitura-com-animais-resgatados-367117.asp

“Ativismo não é opção”, diz brasileiro voltou da Antártida

Noticias - ANIMAIS - MUNDO
05-Mar-2011
LUIZ GUSTAVO CRISTINO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

A ONG Sea Shepherd realizou, neste verão, uma de suas expedições contra a captura de baleias na Antártida, realizadas principalmente por navios japoneses. Neste ano, pela primeira vez, as atividades de caça aos mamíferos marinhos foram interrompidas antes do fim da temporada. O paulistano George Guimarães, 37, participou, entre os dias 22 de dezembro de 2010 e 5 de fevereiro de 2011, da última campanha da ONG que transformou caçadores em caça e a considerou a mais bem-sucedida da história – a organização atua nos mares da Antártida desde 2002.

O nutricionista George Guimarães, voluntário em expedição na Antártida, instala grades de proteção em convés de navio
O nutricionista George Guimarães, voluntário em expedição na Antártida, instala grades de proteção em convés de navio
Nutricionista de formação, Guimarães é especialista em dieta vegetariana e é proprietário de dois restaurantes vegetarianos em São Paulo. “Não é só no ativismo. Minhas outras atividades também são uma forma de defender os direitos dos animais”, disse ele à Folha.
Seus dois filhos, de 12 e 10 anos, também não consomem carne em nenhuma refeição.

Acompanhe a entrevista:

Folha – Na sua opinião, qual o balanço da campanha deste ano?

George Guimarães - Esta, sem dúvida, foi a campanha mais bem sucedida. Foi a menor cota que os japoneses já caçaram –cerca de 10% do que objetivavam– e a primeira vez que eles abandonam a temporada no meio, justamente pelas dificuldades impostas pela Sea Shepherd. Isso se deve ao fortalecimento da nossa estrutura e também ao fato de a frota japonesa ter vindo com menos navios do que de costume.

Folha - Mas houve algum outro motivo, além da presença da Sea Shepherd, pelo qual eles teriam recuado?

George Guimarães - Eles recuaram por causa da nossa presença, mas houve motivos por que não conseguiram resistir tão bem a ela. Eles estavam com uma frota menor, e a Sea Shepherd, com uma melhor.

Folha – E o que a Sea Shepherd tinha de diferente para tornar a ação deste ano mais eficaz que as anteriores?

George Guimarães - No ano anterior, tivemos uma embarcação semelhante ao Gojira [nome de barco de alta velocidade presente na campanha de 2011], mas ela foi destruída pela frota japonesa logo no início da campanha, então teve pouca eficiência. Desta vez, o Gojira perseverou até o final da campanha. Ele faz toda a diferença, porque ajuda na localização da frota [dos navios japoneses]. Foi o Gojira que cumpriu esse papel.

Folha – Você já havia participado dessa campanha?

George Guimarães - Eu não tinha nenhuma experiência com a vida marítima. Foi minha primeira campanha da Sea Shepherd. Eu sou ativista há 16 anos, tenho um grupo de defesa de animais aqui no Brasil, mas essa experiência era o que eu estava esperando já há algum tempo. Surgiu a oportunidade, fiquei sabendo e tinha 36 horas para pegar o avião [para ir à Nova Zelândia, de onde saem as embarcações da ONG], mas não podia deixar passar, porque realmente era uma experiência única poder participar dessa forma de ativismo.

Folha – O que o motivou?

George Guimarães - Entendo que o ativismo não é sequer uma opção. Qualquer indivíduo que participa da sociedade tem a obrigação moral de atuar, de usar tempo e energia, para reverter os erros que a nossa sociedade cometeu no passado. Isso pode se aplicar a várias áreas, como na social ou na ambiental. Eu optei pelos direitos dos animais. O que me motiva é a responsabilidade, mesmo, de reverter a situação que foi criada. Acredito que todo mundo deveria ser ativista, doar um pouco de tempo por alguma causa.
Conheço o trabalho da Sea Shepherd há três anos e meio. Há dois anos me convenci de que queria fazer parte de uma das campanhas. Foi quando me inscrevi. Fui chamado agora.

Folha – Como funciona o processo de se candidatar a voluntário?

George Guimarães - Eu me voluntariei há dois anos. Quando você faz isso, não é específico para uma campanha. Realmente, a campanha de que eu gostaria de participar era essa, que é a maior campanha deles, mas eu estava aceitando a ideia de, para chegar até essa, teria de participar primeiro de outras campanhas mais “low profile” [menores]. Felizmente fui chamado para a campanha mais bacana. Como é trabalho voluntário, nem sempre eles devem poder dizer “Ah, primeiro faça tal trabalho para ficar mais treinado”, apesar de talvez eles preferirem assim.
Você preenche um formulário, diz a sua disponibilidade de tempo –não escrevi uma data específica de disponibilidade, por isso meu cadastro ficou em aberto– e suas habilidades. Não tenho muitas quando se trata da vida a bordo, talvez por isso não tenha sido chamado logo. Não sou marceneiro, serralheiro ou engenheiro, funções mais delicadas, com menos voluntários. Deve ter mais gente como eu, que está lá para fazer qualquer coisa.

Folha – Tendo sido sua primeira experiência a bordo, você passou por algum treinamento ou preparação?

George Guimarães - Não, eu recebi a ligação e tive que pegar o voo 36 horas depois. O treinamento era “na raça”. Comecei no convés e fui ganhando experiência. Na ponte de comando, foi a mesma coisa. Eu não sabia nada sobre radares, sobre navegação. Tem alguém que te passa o que deve ser feito, e há ajuda de pessoas mais experientes a bordo.

Folha – Que tarefas você executava?

George Guimarães - No começo, durante o trabalho no convés, trabalhei com as cordas, fazendo lançamentos do barco pequeno e com limpeza. Todos se desempenham na limpeza do navio –lavar a louça, lavar banheiros, limpar os corredores, jogar o lixo fora–, já que não há funcionários em nenhum setor. Já na ponte de comando, eu trabalhava como assistente, monitorando os equipamentos de comunicação, os radares e fazendo o registro de tudo o que acontecia. Acabei ficando na ponte de comando em todas as situações de embate.

Folha – Houve algum momento de confronto do qual você participou, ou alguma situação de risco em que se envolveu?

George Guimarães - Na maior parte do tempo, eu estava na ponte de comando, um lugar relativamente seguro. Por isso, não me senti ameaçado em nenhum momento, mas a tripulação foi ameaçada em algumas situações. Foram usados, por exemplo, dispositivos acústicos contra o helicóptero, de forma a deixar o piloto desorientado. Já houve, em outras campanhas, uso de armas de fogo contra o capitão do navio da Sea Shepherd. Mas, depois de repercussões negativas de ações deles na mídia, eles não repetem erros de anos anteriores.

Folha – O que você destacaria como experiência depois de voltar da campanha?

George Guimarães - A importância de ações como essa. Saber que, quando meus filhos –ou melhor, meus netos– estiverem vivos, essas baleias que não foram mortas pela frota japonesa ainda existirão porque estávamos lá é algo muito gratificante.

Folha – Como você responderia a críticas a esse tipo de ação, descrita por algumas pessoas como “ecoterrorismo”?

George Guimarães - A Sea Shepherd não usa violência, e sim intervenção física. Nenhuma das ações poderiam causar algum dano a algum ser humano ou animal que esteja a bordo dos navios. O uso da força é bem diferente do uso de violência. A força contra um navio ou uma instituição, sem ferir humanos, não é violência. Isso na verdade é uma confusão de quem está observando, ou uma confusão plantada, mesmo, para que as pessoas passem a observar dessa maneira. O governo japonês, por exemplo, tem feito isso, uma campanha para vender as ações da organização como ecoterrorismo. Na verdade, algumas ações da frota japonesa têm o potencial de ferir a vida humana, e até já chegaram a fazer isso. As ações da Sea Shepherd jamais feriram qualquer pessoa da frota japonesa.
A Sea Shepherd não poderia fazer isso em qualquer situação. Os japoneses estão lá ilegalmente, então ela faz o que os governos deveriam estar fazendo. É claro que se eu resolver intervir fisicamente em um matadouro em São Paulo, vou ser preso. Então, o que a Sea Shepherd faz na Antártida só pode ser feito na Antártida sem maiores consequências [para a organização]. Então, em outros projetos de ativismo, não vou aplicar as mesmas táticas aplicadas lá.

Folha – Você pretende embarcar novamente?

George Guimarães - Não há nenhum tipo de compromisso, de nenhuma das partes, nesse sentido. O que posso dizer é que estou disponível, mas cuido também de outros projetos a favor dos direitos dos animais.

LUIZ GUSTAVO CRISTINO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/884498-ativismo-nao-e-apenas-opcao-diz-brasileiro-que-defendeu-baleias.shtml

Blog de George Guimarães sobre a campanha na Antártida: http://guerragelida.blogspot.com

Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade – www.veddas.org.br

Carnaval 2011: Tom Maior desfila sem Lula e animais

Noticias - ANIMAIS - BRASIL
05-Mar-2011

Após semanas de polêmicas, a Tom Maior fez um desfile sem incidentes no sambódromo do Anhembi, em São Paulo - e sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, convidado de honra para a homenagem à cidade de São Bernardo do Campo. Também ficaram de fora os animais selvagens que, supostamente, a escola iria levar para a avenida. No lugar, duas passistas desfilaram com fantasias de jaguatirica.

A presença de Lula, que era aguardada, não se confirmou. E apesar do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ter vetado a presença dos animais nesta semana, a escola tratou a questão como uma grande brincadeira. "A imprensa confundiu os animais exóticos", disse o carnavalesco Chico Spinosa, em referência às passistas.

http://www.maiscomunidade.com/conteudo/2008-05-19/brasil/89366/CARNAVAL-2011:-TOM-MAIOR-DESFILA-SEM-LULA-E-ANIMAIS.pnhtml

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Tom Maior nega presença de animais; PM vai ao local

SIMONE SARTORI

O presidente da escola Tom Maior, Marko Antônio da Silva, disse que não terá animais silvestres no desfile desta sexta-feira. "Só queria criar um suspense", disse presidente da escola. Os Ministérios Públicos Estadual e Federal advertiram a escola sobre o possível uso de uma iguana, uma jaguatirica e uma suçuarana.

Homens da Policia Militar Ambiental estão na concentração próximos à escola para monitorar a possível presença de animais silvestres. A policia está em caráter preventivo para orientar e impedir a presença dos animais.

Segunda a tentente da PM ambiental do local, Debora Antoneli, a escola garantiu que não haverá animais silvestres no desfile, apenas referências à animais nos adereços e nas fantasias.

Se acontecer de ter presença de animais, a PM pode parar o desfile e conduzir os responsáveis à delegacia.

http://diversao.terra.com.br/carnaval/2011/noticias/0,,OI4974509-EI17380,00-Tom+Maior+nega+presenca+de+animais+PM+vai+ao+local.html

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2. Carnaval com animais vira caso de polícia
(Noticias/ANIMAIS - BRASIL)
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5. São Paulo: Tem onça no samba da Tom Maior
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18-Fev-2011

sexta-feira, 4 de março de 2011

Carnaval em Campinas: Bloco do Boi lembra das capivaras

Noticias - ANIMAIS - BRASIL
04-Mar-2011
Informações compiladas do jornal Correio Popular de 4 de março 2011

Foliões fazem protesto nas ruas contra a ação de maus políticos retratados como carrapatos

Os bonecos gigantes do Bloco do Boi já estão se preparando para cair na folia. Com uma marchinha de carnaval que tem o tema Vida de Capivara, o bloco vai traçar um paralelo entre a máquina pública que é comparada com uma capivara, sugada o tempo todo, com a ação de maus políticos retratados como carrapatos.

Vamos aproveitar e protestar contra o abate das capivaras do lago do Café (...) mas sempre trabalhando com questões políticas e ambientais, afirmou o artista plástico José Luis de Oliveira, o Zélus.

O desfile do bloco do Boi ocorrerá amanhã (sábado) a partir das 14 hs. O Bloco sai da r Dr Quirino 617 em direção ao Centro de Convivência onde deverá se juntar ao (bloco) Tomá na Banda.

São cerca de 25 bonecos gigantes com 3 metros de altura em formato de estandarte (...)

Cão morto no Afeganistão será 'repatriado' com corpo de seu treinador

Noticias - ANIMAIS - MUNDO
04-Mar-2011

Theo morreu pouco depois de seu treinador ser ferido mortalmente durante uma patrulha na província de Helmand.

Cinzas do cão voltarão à Grã-Bretanha com o corpo de Tasker

Um cão farejador que morreu servindo o Exército britânico no Afeganistão terá seus restos "repatriados" para a Grã-Bretanha junto com o corpo do seu "parceiro", um cabo que também foi morto durante um tiroteio no conflito afegão.

Theo, um springer spaniel de 22 meses, trabalhava identificando explosivos para as tropas britânicas e era considerado tão eficiente que teve suas funções estendidas durante a guerra.

Ele trabalhava sob a responsabilidade do cabo escocês Liam Tasker, do vilarejo de Kirkcaldy, próximo de Edimburgo.

O cabo de 26 anos foi morto na terça-feira durante uma troca de tiros com o Talebã quando patrulhava uma área na província de Helmand, uma das mais problemáticas do país. Theo morreu de um ataque cardíaco pouco depois.

O governo britânico informou que os restos do animal serão transportadas de volta para a Grã-Bretanha junto com o corpo do soldado ao lado de quem morreu trabalhando.

Um porta-voz do Ministério da Defesa disse que, tecnicamente, cães que morrem durante sua função no Exército não são repatriados, "mas ambos retornarão para o Reino Unido no mesmo dia e no mesmo avião".

O animal havia sido elogiado recentemente pelo Ministério por ter descoberto 14 vezes bombas e armas escondidas em apenas cinco meses - um recorde para um cão farejador.

Animal foi elogiado pelo seu treinador por trabalho competente

"Ele nunca se cansa. Mal pode esperar para sair e não para por nada", disse Tasker sobre o seu parceiro canino no mês passado.

O cabo foi o 358º militar britânico a morrer no conflito do Afeganistão desde o início da guerra, em 2001.

Seis cães foram mortos durante missões britânicas no Iraque e Afeganistão desde 2001.

http://www.estadao.com.br/noticias/geral,cao-morto-no-afeganistao-sera-repatriado-com-corpo-de-seu-treinador,687678,0.htm

Prefeitura de Campinas/SP ameaça a vida das capivaras (vídeo)

Noticias - ANIMAIS - BRASIL
04-Mar-2011

As capivaras do Lago do Café foram colocadas no corredor da morte pela Secretaria de Saúde da prefeitura de Campinas/SP. Esse vídeo foi idealizado pelo Conselho Municipal de Proteção e Defesa Animal (CMPDA) como forma de alerta para a população.

Urso e chimpanzé são apreendidos em circo no interior de Minas Gerais

Noticias - ANIMAIS - BRASIL
04-Mar-2011

Segundo o Ibama, os dois animais tiveram dentes e presas arrancados.
Por causa da mutilação, o dono do circo vai ser multado em R$ 8 mil.

Do G1 MG, com informações da TV Panorama e Megaminas.com

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em Juiz de Fora apreendeu um urso e um chimpanzé que estariam sofrendo maus-tratos em Dores de Campos, na Zona da Mata de Minas Gerais. Os animais, que foram encontrados nesta quarta-feira (2), após uma denúncia, pertencem a um circo de São Paulo que estava se apresentando na cidade.

Ao chegar ao circo, um representante do Ibama constatou que o chimpanzé, que viaja com o circo há 21 anos, estava com coleira e preso dentro de uma jaula. Segundo inspeção do chefe substituto do Ibama, José de Souza, o animal teve os dentes arrancados. No local, o Ibama encontrou também um urso preto, que foi trazido dos EUA e é atração do circo há 18 anos. Ele foi domesticado e também teve as presas arrancadas, segundo o instituto.
O dono do circo, Ubirajara Nogueira, diz que os animais são bem cuidados. “Eles vivem no meio do povo, soltos. Atrás do circo tem uma área de 25 metros, onde eles ficam soltos”, disse.

Por causa da mutilação dos animais, o dono do circo vai ser multado em cerca de R$ 8 mil. Além disso, ele pode responder por crime ambiental.

De acordo com informações do Ibama, o urso e o chimpanzé vão ser encaminhados para uma Organização Não Governamental (ONG) que cuida de animais em Sorocaba, no interior de São Paulo. De acordo com informações do Ibama e da Polícia de Meio Ambiente, o circo tem licença para funcionar, mas os donos do circo terão que responder pela importação de animal exótico sem parecer técnico favorável e licença expedida por autoridade competente.

http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2011/03/urso-e-chimpanze-sao-apreendidos-em-circo-no-interior-de-minas-gerais.html